O modo de produção capitalista é uma
invenção humana. Em seu movimento de reprodução ad eternum, suas contradições se perpetuam, principalmente no que
diz respeito à exploração dos trabalhadores, corporificado na extração de mais
valia do trabalhador. Por essas e outras, a perspectiva de “reforma” do
capitalismo, se expõe tal qual nessa charge, troca-se sua feição, modifica-se
algo da sua aparência, mas sua essência termina por ser a mesma. Aumenta-se a
redistribuição da mais-valia entre os trabalhadores como no chamado “Estado de
bem estar social”, mas mantem-se a exploração, a propriedade privada, não se
transforma até o fim, e no fim aquelas contradições se mostram novamente no
momento de crise.
A Charge é de Adriano Kitani, retirada de seu site.

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