As
células do PCB e da UJC de Marília vêm, por meio desta nota, repudiar a severa
punição que a reitoria da Unesp impôs aos 17 estudantes de Araraquara que
ocuparam, em 2014, a direção da FCLAR para reivindicar melhores condições de
estudo.
Tais
punições, arbitrárias e visando desmobilizar o movimento estudantil, somente
são possíveis devido à manutenção, por parte da Universidade, de um anacrônico
estatuto que remete à ditadura militar. Assim, a direção da UNESP trata como
caso de polícia aqueles que lutam por sua melhoria.
Repudiamos
a postura da instituição de punir estudantes que não se acomodam diante de seu
próprio processo de precarização. Essa atitude só enfatiza as acusações de que a
reitoria é subserviente às políticas neoliberais do governo estadual, que se
aprofundam ano após ano, refletindo-se nos cortes de bolsas, na não-contratação
de docentes e funcionários e no abandono de políticas de assistência
estudantil.
Reiteramos
que apenas uma mudança drástica nas estruturas universitárias de todo o país
possibilitará que se construa uma Universidade não voltada para os desejos do
capital, mas sim na efetivação de um espaço democrático e popular. Com isso,
prestamos solidariedade aos 17 estudantes expulsos.
CONTRA
A REPRESSÃO!!!
CRIAR,
CRIAR, UNIVERSIDADE POPULAR!!!
CRIAR,
CRIAR, PODER POPULAR!!!
PARTIDO
COMUNISTA BRASILEIRO/UNIÃO DA JUVENTUDE COMUNISTA – CÉLULA DE MARÍLIA

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